Consultas regulares com um especialista e cuidados dentários são a melhor forma de prevenir cáries graves e manter a saúde oral.

Quando uma grande parte de um dente é substituída por uma obturação, especialmente se o dente já tiver sido tratado há muito tempo, as paredes tornam-se finas e vulneráveis. Com o tempo, sob stress, flutuações de temperatura e microfissuras internas, o dente pode ceder e rachar sob a obturação. Isto acontece geralmente sem que se dê por isso, até que a fissura se torne dolorosa ou cause inflamação.

O paciente queixou-se de dor num dente utilizado para mastigar.

Ao examinar o dente, verificou-se a presença de uma restauração de grandes dimensões e antiga. Após a sua remoção, verificou-se que o dente se tinha partido em duas partes: uma fratura longitudinal da coroa e possivelmente das raízes.

O que fazer numa situação destas?

Quando um dente se parte ao meio, muitas vezes não há qualquer hipótese de recuperação, especialmente se:
— a fenda estende-se pela raiz;
— ambas as partes estiverem móveis;
— haja inflamação, um quisto ou pus.

Nestes casos, recomenda-se a extração dentária. O procedimento é realizado sob anestesia, com o máximo cuidado e segurança.

Qual o próximo passo?

Após a remoção, é importante não atrasar a restauração:
✅ Instalação do implante (após 2 a 3 meses ou imediatamente, se as condições o permitirem);
✅ Próteses temporárias ou permanentes (prótese de ponte, estrutura amovível);
✅ Discussão sobre a profilaxia para outros dentes com restaurações extensas – possível reforço com coroas.